Ezra Jin Mingri, pastor da Igreja Sião, foi solto após Trump pedir sua libertação a Xi Jinping e reencontrou a família nos EUA.
A libertação do pastor Ezra Jin Mingri chamou atenção internacional após nove meses de prisão na China. O líder da Igreja Sião foi solto poucas semanas depois de Donald Trump pedir sua libertação diretamente ao presidente Xi Jinping durante encontro em Pequim.
Após deixar a prisão, Ezra desembarcou em Los Angeles e finalmente reencontrou sua família. A notícia foi comemorada por familiares e organizações que acompanham casos de liberdade religiosa em diversos países.
Ezra foi preso junto com outros 17 líderes da Igreja Sião, uma das maiores igrejas domésticas da China. A operação foi considerada uma das maiores ações contra uma única igreja nas últimas décadas.
A Igreja Sião funciona de forma independente do controle estatal. Na China, grupos religiosos não registrados enfrentam restrições, fiscalização constante e, em alguns casos, prisões de seus líderes.
A família do pastor afirmou acreditar que a libertação só foi possível após a conversa entre Trump e Xi Jinping. Em comunicado, classificou o episódio como um verdadeiro milagre e agradeceu pelo apoio recebido.
Apesar da libertação de Ezra, organizações de direitos humanos afirmam que outros integrantes da Igreja Sião continuam presos. Ativistas seguem cobrando novas libertações e maior respeito à liberdade religiosa.
O caso volta a colocar em evidência a situação dos cristãos na China, onde a política de controle sobre grupos religiosos continua sendo alvo de críticas internacionais e preocupação entre entidades de direitos humanos.