O padre Júlio César Agripino, de 38 anos, foi encontrado desacordado na Casa Paroquial de Carmo do Rio Claro após não aparecer para celebrar…
A cidade de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas Gerais, amanheceu de luto com a morte do padre Júlio César Agripino, de 38 anos. O religioso foi encontrado morto na casa paroquial na noite de sexta-feira (5), depois de não comparecer à missa das 19h que celebraria na Igreja Matriz, algo totalmente fora de seu comportamento habitual.
Segundo a reportagem, funcionários da paróquia e fiéis estranharam a ausência do sacerdote e decidiram ir até a residência paroquial para verificar o que havia acontecido. Ao entrarem no local, encontraram o corpo do padre em seu quarto e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel, que o levou ao Hospital São Vicente de Paulo.
No hospital, foi confirmada a morte de Júlio César Agripino, com causa apontada como infarto. A notícia causou forte comoção entre os moradores, já que o sacerdote era jovem e mantinha atuação ativa na vida religiosa da cidade e da região.
A morte mobilizou rapidamente a comunidade católica de Carmo do Rio Claro. Na manhã deste sábado (6), foram realizadas missas de corpo presente na Igreja Matriz, reunindo grande número de fiéis em clima de oração e despedida. Em seguida, um cortejo acompanhou o corpo pela praça principal até a saída da cidade, de onde seguiu para Guaxupé, terra natal do padre.
Em nota oficial, a Paróquia Nossa Senhora do Carmo manifestou profundo pesar pela morte do sacerdote. O comunicado ressaltou que a trajetória de Júlio César Agripino foi marcada por fé, serviço e dedicação à comunidade, destacando sua importância como líder espiritual.
A Prefeitura de Carmo do Rio Claro também divulgou mensagem de condolências, afirmando que a partida do padre deixa um vazio na cidade. O poder público municipal prestou solidariedade à família, aos amigos e à comunidade católica, que perde uma referência religiosa e humana.
A morte repentina do padre Júlio reacende a preocupação com a saúde, inclusive entre líderes religiosos que convivem com rotinas intensas de atividades pastorais, celebrações e atendimento aos fiéis. Ao mesmo tempo, reforça o sentimento de união entre os moradores de Carmo do Rio Claro e fiéis de outras cidades, que se unem em orações pela memória do sacerdote.
Fonte: Bacci Notícias